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O corpo já não sustenta o peso da alma, que soca, esmurra, lateja. Olhos que não se suportam abertos diante da luz. O ‘tum, tum, tum” é samba de moça em finos saltos, a bailar em minha cabeça, enquanto tento fechar as janelas da alma, fugindo de um brilho que não se vai e uma noite que nunca chega.
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E, mais uma vez, o sustento se esvai... e, em mim, nada alimenta. De mim, tudo exposto: eu recusada, eu mal digerida, eu regurgitada.
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O rubor em minha face. O arder do pensamento. O pulsar do sentimento. A frágil coluna a mim concedida não sustenta o que sou. Eu dói. Eu mói. E mim sussurra os gemidos.
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E, mais uma vez, o sustento se esvai... e, em mim, nada alimenta. De mim, tudo exposto: eu recusada, eu mal digerida, eu regurgitada.
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O rubor em minha face. O arder do pensamento. O pulsar do sentimento. A frágil coluna a mim concedida não sustenta o que sou. Eu dói. Eu mói. E mim sussurra os gemidos.
Srta. M
16-11-2009
16-11-2009
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