segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Sonetando... ?! (rs)
A busca finda da Borboleta
Soprando de leve o vento
Quase em meus ouvidos canta
O doce nó na garganta
Desfeito, em fugaz alento
A tez arrepia; acende
Face ao seu confesso anseio
De comigo ter esteio
- este amor que a mim se rende
Faz rubra a face fogosa
D'um desejo insano, imenso!...
(poema de amor sem senso)
E ao pintar o céu de rosa
Borboleta voa, prosa
E o Pardal aplaude
... intenso!
Srta. M
04-12-2009
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... Quero aplaudir também!...
ResponderExcluirGosto dos seus textos... em prosa...
... Mas que tentativa de soneto bela! E sensível!... Uma costura doce...
Que não se tenha senso!... voar apenas...
Abraços!
[letra desfaz o nó que a palavra constrói, mas é a tecelã mão de poesia, que cose o manto vago, em branco, que deixa o tambor do peito, caixa vã, em dia!]
ResponderExcluirum imenso abraço
Leonardo B.
Nada mais quero que ser um Pardal a aplaudir. Sentirei as saudades que vierem. Srta. M, sdds...
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